(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({ google_ad_client: "ca-pub-9238853027404359", enable_page_level_ads: true }); Partido de Bolsonaro defende Deus, armas e oposição ao comunismo - Bahia Noticias Extremo Sul
(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({ google_ad_client: "ca-pub-9238853027404359", enable_page_level_ads: true });

Partido de Bolsonaro defende Deus, armas e oposição ao comunismo

A convenção de lançamento do novo partido do presidente Jair BolsonaroAliança pelo Brasil, acontece nesta quinta-feira (21), sob forte discurso de respeito a Deus e a religiões e de oposição a movimentos de esquerda.

Em um auditório lotado de um hotel de luxo de Brasília, a advogada Karina Kufa fez a leitura dos princípios da nova legenda. “O povo deu norte da nova representação política. Em 2019, um novo passo precisa ser dado: criar partido que dê voz ao povo brasileiro”, afirmou.

Kufa afirmou que o partido é conservador, comprometido com a liberdade e ordem, soberanista e de oposição às “falsas promessas do globalismo”.

O programa da sigla trás os seguintes princípios: respeito a Deus e à religião; respeito à memória e à cultura do povo brasileiro; defesa da vida e garantia de ordem e da segurança. O texto afirma que o partido “reconhece o lugar de Deus na vida, na história e na alma do povo brasileiro” e defende, ainda, a posse de armas.

Kufa disse que a legenda “se esforçará para divulgar verdades sobre crimes do movimento revolucionário, como comunismo, globalismo e nazifascismo”. Também segundo a advogada, o partido estabelecerá relações com siglas e entidades de países que “venceram o comunismo”, como os do Leste Europeu.

“O Aliança pelo Brasil repudia o socialismo e o comunismo”, disse Karina. A frase foi bastante aplaudida pelos presentes, que começaram a gritar: “A nossa bandeira jamais será vermelha”.

A maioria dos parlamentares do PSL, que pretendem migrar para a nova sigla, ocupava as primeiras fileiras do auditório. Alguns não conseguiram lugar nas primeiras cadeiras porque chegaram mais tarde. Outros quase não conseguiram entrar.

Havia, ainda, dezenas de apoiadores ao lado de fora do auditório, por causa da lotação. Apenas poucos jornalistas tiveram acesso ao auditório principal.

*Com Estadão Conteúdo