Cidade do México, sede da Copa de 2026, enfrenta preocupante afundamento do solo
A poucos dias do início da Copa do Mundo de 2026, a Cidade do México, uma das sedes do torneio e local da partida de abertura, volta a chamar atenção por um problema que preocupa especialistas: o afundamento gradual do solo.
Dados recentes divulgados pela NASA mostram que algumas regiões da capital mexicana estão afundando mais de dois centímetros por mês. O fenômeno, conhecido como subsidência, ocorre principalmente devido à retirada excessiva de água dos aquíferos subterrâneos que abastecem a cidade.
Construída sobre o antigo lago Texcoco, a Cidade do México possui um solo naturalmente vulnerável. Com o crescimento urbano e o aumento da demanda por água ao longo das últimas décadas, o terreno passou a apresentar deformações que afetam ruas, prédios históricos, sistemas de drenagem e outras estruturas urbanas.
O problema também tem sido monitorado nas proximidades do Estádio Azteca, que receberá a partida de abertura do Mundial. Relatórios apontam que áreas próximas ao estádio registram afundamento contínuo, embora as autoridades garantam que a arena está apta para receber os jogos da competição.
Especialistas afirmam que o fenômeno não representa risco imediato para a realização da Copa do Mundo, mas reforçam a necessidade de medidas de longo prazo para preservar a infraestrutura da cidade e garantir o abastecimento de água para milhões de habitantes.
A Copa do Mundo de 2026 será disputada em três países: México, Estados Unidos e Canadá, reunindo 48 seleções na maior edição da história do torneio.
